19 de fevereiro de 2018

MANHÃ News: Fique bem Informado - os principais assuntos para você começar o dia






FONTE: G1

Mais um final de semana violento no Rio. Um traficante morreu após tiroteio com a polícia, um ônibus foi incendiado e 18 reféns ficaram em poder de detentos de um presídio em uma rebelião que terminou hoje de madrugada. Em meio à essa rotina de insegurança, a Câmara vota o decreto da intervenção federal nas polícias do estado. No Ceará, já está em Fortaleza a força-tarefa que vai ajudar no combate ao crime organizado, após a morte do chefe de uma facção de SP em um presídio.

Imagem de helicóptero da PM mostra movimentação no terraço do Milton Dias (Foto: Reprodução)

Rebelião na Baixada

Dez internos e 8 agentes penitenciários que estavam em poder de detentos em uma rebelião no presídio Milton Dias, em Japeri, na Baixada Fluminense, foram libertados na madrugada. O Bope e o Choque foram acionados para conter o motim. Três presos foram baleados e estão internados. Armas e até uma granada foram apreendidas após as negociações.




'Medidas de controle'


A rebelião ocorreu no mesmo dia em que a Secretaria de Administração Penitenciária informou que antecipou 'medidas de controle' para evitar reações de presos à intervenção federal na segurança do Rio. Segundo o Globo, alerta máximo foi decretado nas 54 unidades prisionais do estado.



Intervenção federal


A Câmara dos Deputados deve votar hoje à noite o decreto de intervenção federal na segurança pública do estado do Rio de Janeiro. A sessão no plenário está convocada para 19h. O decreto já está em vigor desde sexta-feira (16), quando foi assinado por Temer. No entanto, para continuar valendo, tem que ser aprovado pelo Congresso Nacional. Pelas regras, a medida tem que passar primeiro pela Câmara. Se for aprovada, vai para o Senado.



Força-tarefa no Ceará


Chegou de madrugada a Fortaleza, no Ceará, a força-tarefa composta por policiais federais e integrantes da Força Nacional para ajudar no combate ao crime organizado no estado. A medida foi tomada pelo presidente Temer após a morte de um dos chefes de uma facção em um presídio.



Barroso e Segovia

O ministro Luís Roberto Barroso, durante sessão no Supremo Tribunal Federal (Foto: Nelson Jr/STF)

O ministro Luís Roberto Barroso recebe o diretor-geral da PF, Fernando Segovia, que deve explicações sobre declarações dadas em entrevista sobre investigação envolvendo o presidente Michel Temer.


Nenhum comentário:

Postar um comentário

SUA OPINIÃO É MUITO IMPORTANTE PARA NÓS! O QUE ACHOU DO CONTEÚDO?

Publicidade