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26 de abril de 2021

ADOROWEB - COMO CURAR SEU CORAÇÃO: O AUTOR ASSASSINO!

 

E aíí meus weblovers, como vão vocês? E finalmente esta crítica está de volta, e eu sei que vocês estavam já a ponto de acionar a polícia, mas eu tenho um bom motivo para o sumiço. E não se tratou somente desta trama de 50 capítulos, mas de uma baita conjuntivite que eu peguei, sim gente, é agora que vocês abaixam as tochas e sentem pena de terem julgado um ser tão injutiçado como eu ;(  Afinal, vocês sabem que pra ficar longe desta coluna, somente estando doente ou louca. E louca eu já sou, então...

E bora pra crítica? 

Vocês já ouviram falar de homicídio acidental? Sempre que alguém mata outra pessoa, nós entendemos que no mínimo houve a intenção de fazer isso, no entanto, muitas vezes a morte de alguém pode ser causada de forma não intencional, como uma bala disparada sem querer ou um momento de descuido no trânsito. E escolhi falar disso, pois hoje acredito que estamos diante de um autor que acidentalmente matou sua própria história. 

Podemos ver nele o desejo de escrever uma boa história e de fato, para um leitor comum, ela até mesmo parecerá uma narrativa normal, no entanto, seus erros foram tantos, e tão essenciais que provocou um resultado semelhante somente as piores obras criticadas aqui: quando qualquer chance do leitor se interessar pela obra é minada completamente e ela se transforma em algo extremamente desinteressante, indiferente, que não provoca quaisquer emoções, ou seja, morto. Mas o que poderia ter causado isso?

Neste artigo, portanto, iremos examinar a fundo, afim descobrir o que levou á morte dessa web?
Autor: Ricky Nascimento 
Ano: 2021
Começamos com Julia, uma adolescente que viaja com os pais rumo a caso dos avós, acontece que o carro tomba, levando a vida de seus dois progenitores. Ela vê-se desesperada, até que um casal de senhores a encontra e a vendo sem família, decidem adotá-la. Mas você deve ter se perguntado: mas e os avós que ela iria visitar? E como o enredo resolve isso? Fazendo com que o avô de Julia simplesmente fique ocupado demais com o estado da esposa, em coma no hospital, para pesquisar o paradeiro da neta e descobrir que ela está viva!  

Sim, nada convincente. Agora, o problema é que o enredo claramante deseja girar em torno desse conflito, algo tão fácil de resolver que uma simples pesquisada no google resolveria, pasmem, o que um médico faz anos depois; E assim, tendo como base um argumento risível como esse, a narrativa não consegue convencer o leitor do real drama da personagem. 

Mas também poderíamos dizer que o real conflito de Julia seja a dor da perda, e as consequências que esse trauma lhe causou, assim, toda a novela seria a jornada de redenção para curar o coração da protagonista, absolutamente perfeito, só tem um porém: além de algumas falas de Julia sobre Deus, sua dor e sofrimento jamais chegam a ser relevantes e a afetar sua vida de nenhuma forma. Quando ela conhece Gabriel, por exemplo, o que a impede de ficar com ele, não são suas razões psicológicas, mas a interferência de Jéssica. Dessa forma, se temos uma personagem com um suposto problema, mas que nunca chega a importar para a jornada dela, ele torna-se inútil para o enredo. 

Assim, sem um conflito real para a protagonista ou um objetivo que ela divida com a audiência, o enredo se perde e não há a sensação de estarmos seguindo para um rumo ou direção, as tramas caminham mas o leitor não sabe para o que torcer ou o que esperar, e a sensação é de estar no meio de um metrô em movimento. Isso também, porque nenhum dos personagens conseguem captar o coração do leitor, apresentando seus dramas, mas nunca nos levando a conhecê-los realmente.

Bem, até aqui encontramos já diversos ferimentos gravíssimos, todavia, ainda não a causa letal, mas a identificamos, ironicamente, no grande acerto da trama: o casal João e Yuri.
Eles são uma subtrama, portanto entendemos que eles não terão tanto tempo na web, o que é uma pena, pois neles, e neles somente, se encontram todos os acertos que deixaram de existir nesta novela: existe o problema central, Yuri gosta de João, mas ele tem namorada; João sente algo pelo outro, mas sempre viveu no sistema religioso e portanto esconde seus sentimentos; há o desenvolvimento na grande amizade criada e o conflito, na relação entre Bruna e Yuri, culminando no climax quando Yuri se confessa e o beija e terminando enfim no desfecho dramático com a morte de Yuri e a redenção de Laura.

Ou seja, mesmo que de forma não tão trabalhada, essa subtrama conseguiu ser melhor que todo o resto da obra! E a prova disso é a grande paixão que vemos no escritor nessa subtrama em específico e somente nela, que muitas vezes deixou a protagonista, já apática, totalmente esquecida. E essa, meus queridos weblovers, é a verdadeira causa da morte dessa história: o fato do autor ter escrito a história errada. Não posso imaginar quão mil vezes mais interessante e viva seria a novela se os protagonistas fossem João e Yuri.
 
Como disse, essa obra passa longe de ser um desastre, tem tramas que sempre estão em desenvolvimento e se conectam muito bem, o ritmo é decente e vemos o desejo de criar personagens com dramas próprios. 

Não, o que a matou passa longe de detalhes meramente técnicos, mas de um autor que parou de escrever assim que Yuri morreu, pois ali estava seu final, ali estava sua verdadeira história. O público não amou Júlia porque o autor não a amou, e se há uma verdade absoluta em literatura é de que não há como fazer com que se apaixonem por nossa história sem que nos apaixonemos por ela primeiro. 


É isso pe-pe-ssoal! Espero que tenham gostado! Obrigada por todas as sugestões e aguardo vocês para uma próxima! Não esqueçam de votar na nossa enquete para decidir qual será a próxima história criticada, OK? Beijoo e bye bye! 
 


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Notas DIGG TV

1. Essa coluna está protegida pela lei nº 9.610/1998, Art. 46 III, que protege a utilização de qualquer obra ou trechos dela, em qualquer mídia ou meio de comunicação para fins de crítica, estudo, ou polêmica.
2.     As opiniões expressas nessa coluna não refletem necessariamente as da DIGGTV. Elas são de total responsabilidade do autor.
3.     Este quadro não tem como intuito rebaixar ou menosprezar qualquer autor ou obra, mas sim, de abrir um diálogo em prol da qualidade literária.
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3 de abril de 2021

ADOROWEB - INCÓGNITA: EU ESTAVA ENGANADA!

Oláá meus queridos weblovers, tudo bom com vocês? E ontem foi a sexta de páscoa, e a situação tá tão feia que o pessoal até esqueceu dos ovos e resolveu lembrar de Jesus! Afinal, é mais fácil amar o próximo do que comprar para ele um Kinder de 50 reais! Mas, convenhamos que se este momento trouxe algo bom foi a volta de nossos pensamentos à Deus, só ele tem o poder e o amor para nos amparar no momentos difíceis, e foi Jesus o responsável por nos reconciliar com ele, quando pagou pelos pecados de toda a humanidade naquela cruz, dessa forma, nada mais justo, não é?

A-MÉM irmão, vamos embora pra crítica?

Mas antes de tudo, eu devo adimitir algo embaraçoso: sempre que inicio uma leitura, eu já tenho em minha mente a dedução se ela será boa ou ruim. E esta, não nego, parecia que ia ser mais uma das non-sense, candidata mesmo ao prêmio lixeratura. E digo isso, para que imaginem a minha enorme surpresa, quando me vi completamente enganada! 

Autor(a): Mister Hudson
Ano: 2020
A trama inicia com o interrogatório de Larissa, suspeita de matar o ricaço Emiliano Figueiredo Silva, nada menos que seu marido; e ao notarmos o sol da janela batendo em seu rosto, para incrementar no sentimento de desconforto da personagem, notamos que estamos diante de um autor que sabe das ferrramentas que usa. Logo, ele nos entrega um diálogo feroz entre o delegado e a inquerida, já nos preparando para o tipo de relação entre os dois que será importante para a trama central. 

Mas quando pensamos que o enredo girará em torno do mistério da morte de Emiliano, ele nos entrega a resposta, logo no começo: Larissa e seu filho Ronaldo, o assassinaram em um arranjado acidente de carro. Não sabemos onde o enredo irá apostar, até que encontram uma grande quantidade de drogas no carro de Ronaldo que é imediatamente levado a cadeia. As suspeitas de Larissa recaem então sobre o delegado, e é interessante apontar como a história faz com que o público chegue á essa indagação junto com a personagem. É revelado então o tema central: qual seria o motivo para a perseguição do agente contra Larissa?

Temos assim um tema bastante atrativo que alia-se ao ritmo ágil da trama; e o público se vê intrigado em descobrir o mistério junto com a protagonista. E para isso, ela já tem um plano: seduzí-lo. E aqui encontramos também a primeira inconsistência do roteiro, pois como ela pode imaginar que conseguirá seduzir o homem que a odeia tanto que mandou prender seu filho e apontou uma arma para sua cabeça? Aliás, como um servidor da lei aponta uma arma para uma cidadã e nem é denunciado, é um mistério aparte nessa web, mas levando em conta tudo isso, como ela pode imaginar que ele irá engolir seus intenções subitamente amorosas com ele? Porque eu já vi fetiches exóticos, mas ser quase morta, é a primeira vez! 

E ele não engole, é claro, mas causa o rompimento dela com o namorado, Humberto, quando o mesmo chega e a vê nua na cama, ao lado do delegado, fruto de um plano em que o agente trocara as taças envenenadas na noite anterior. Envenenado pelo ódio, Humberto promete vingar-se denunciando os desvios de dinheiro que fizeram; Larissa se vê sem alternativas senão matá-lo, é quando o delegado deixa uma escuta na casa. Após matarem Humberto, Mãe e filho, que acabara de fugir da prisão, são gravados pelo policial, que manda prender os dois. Uma perseguição acontece, e depois um acidente que leva a vida de Ronaldo.

Portanto, após uma boa e eletrizante caça de gato e rato, que entretém bem o leitor e aumenta o desenvolvimento do conflito, chega o momento em que os dois rivais se encaram na sala de interrogatório, o delegado enfim triunfa, e o público aguarda, quase levantando-se do assento, a revelação do mistério. Mas a trama decide por não revelá-lo, no lugar, levando Larissa para cadeia. O roteiro sofre uma quebra da tensão que tinha sido bem construída e levaria ao climax, para saltar no tempo em 4 meses depois.

Ao pensarmos que é o fim para a protagonista, uma velha amiga, cujo a qual nada sabíamos, aparece como a nova delegada. Ela libera Larissa para uma visita ao filho, mas estranhamente ou convenientemente, ela decide ir à mansão. Ao entrar e ouvir a música clássica, ambos, leitor e personagem já sabem a verdade, no entanto, já sem a emoção e pompa que a cena anterior prometia, uma boa oportunidade que a narrativa deixou passar. 

- Spoiler alert -

E aqui, o enredo que já não tinha um bom histórico de coerência, decide enfim acabar com a grande incógnita, mas terminando mesmo por deixar uma ainda maior na mente do leitor:
Quer dizer que Emiliano, após descobrir que Larissa o traia, passou um ano planejando sua própria morte, fazendo diversas cirurgias plásticas para se transformar em um delegado qualquer para que quando o matassem assassinassem esse cara e depois quando eles fossem denunciados ele fosse o delegado do caso e iniciasse assim um processo demorado e trabalhoso contra eles, ao invés de simplesmente matá-los? 

  - Fim do Spoiler -

E este é o risco de criar um bom mistério, quando ele é tão mirabolante que a explicação acaba sendo mais louca que ele, e o público não consegue comprar. 

O final também é arrumado ás pressas, pois além da melhor amiga de Larissa voltar e coindentemente ser a nova delegada, é o caso de ela também ter estado investigando o delegado há um tempo e também de ter descoberto tudo neste exato momento, inclusive que ele está agora na mansão fazendo a protagonista de refém.

Terminamos com uma Larissa triunfante, à beira de uma piscina, segurando um drink, com direito á frase de efeito e tudo, porém não conseguimos esboçar qualquer sentimento, porque a personagem nunca foi capaz de cativar o coração do leitor, assim como nenhum dos outros, mas nela, de fato, encontravam-se as maiores contradições: a mesma que dizia estar fazendo tudo pelo filho, era a que abria a champagne contando o dinheiro roubado; dizia ter sofrido no casamento mas jamais pensara em divórcio, e após ver o próprio filho morrer a sua frente, não parece tão abalada, no fim, revelando até mesmo tendências homossexuais instatâneas, que nunca tinham sido apresentadas. Assim, não sabendo compreendê-la, o público se afasta emocionalmente e não consegue torcer por seu triunfo.

Ao final, a força dessa trama, aquilo que lhe dá vida e cor, é seu mistério, mas somente quando não lhe é dado a resposta, enquanto apenas existe a incógnita.


É isso pe-pe-ssoal! Espero que tenham gostado! Obrigada por todas as sugestões e aguardo vocês para uma próxima! Não esqueçam de votar na nossa enquete para decidir qual será a próxima história criticada, OK? Beijoo e bye bye! 
 


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Notas DIGG TV

1. Essa coluna está protegida pela lei nº 9.610/1998, Art. 46 III, que protege a utilização de qualquer obra ou trechos dela, em qualquer mídia ou meio de comunicação para fins de crítica, estudo, ou polêmica.
2.     As opiniões expressas nessa coluna não refletem necessariamente as da DIGGTV. Elas são de total responsabilidade do autor.
3.     Este quadro não tem como intuito rebaixar ou menosprezar qualquer autor ou obra, mas sim, de abrir um diálogo em prol da qualidade literária.
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27 de março de 2021

ADOROWEB - ESPECIAL ANIVERSÁRIO 3 ANOS!: MELHORES MOMENTOS

 

O primeiro barraco:

Em 10 de abril de 2018, lancei a crítica de "Mil e uma luas", do "Web novelas channel". E qual não foi minha felicidade ao ver que tinha recebido meu primeiro comentário. Somente que ele não foi como eu havia imaginado.

Não vou dizer que entrei nesta completamente ingênua, sempre fui uma fervorosa defensora das minha ideias, portanto, sabia das consequências de expôr minha opinião, assim, rebati firmemente.

Ah, inclusive, este foi o meu primeiro xingamento:

Logo, mais coments se acumularam, todos atacando o blog ou a mim, mas no fim, pensei: bom, a primeira reação não foi boa, mas o que importa é que eu consegui atingir algum público. Logo virão as pessoas que vão ler e gostar do meu trabalho...

Mas eu não poderia estar mais enganada!

O grande hiato:

Um ano inteiro se passou sem que eu recebesse quaisquer vizualizações ou comentários. Trabalhava e a rotina agitada era sempre um empecilho para ler os textos que ás vezes ultrapassavam 100 cápitulos e postar uma critica toda a semana, tudo isso para sentir que estava falando sozinha; não nego, o desânimo veio, mas eu nunca desisti, sabia do meu propósito e, mesmo que ninguém lesse, o que importava era que eu estava fazendo algo que eu amava.

Herói Nacional:

Mas quando pensei que seria para sempre uma voz solitária, recebi um comentário, pedindo que eu lesse uma história. Eu o fiz, prontamente. E a análise de "Herói nacional" foi postada no fim daquele ano. E foi quando percebi que ela mudaria para sempre os rumos daquela coluna.

De repente, surgiram diversos comentários, muitos raivosos sim:

Mas também vários outros que me pediam para criticar outras histórias. Fiquei muito animada e tive que colocar todos em uma lista para não me perder kkkk

A partir daí então, passei a receber sugestões em todas as minhas reviews, acumulando diversos título à lista. Pessoas comentavam, não somente em tom raivoso, mas alguns elogiavam o que eu fazia. Percebi aí que eu havia conseguido meus primeiros leitores, meus queridos weblovers.

A criação do prêmio tomate:

Eu notei que existiam vários prêmios para as melhores histórias, melhor autor, etc. Mas minha experiência com o MV tinha sido bem menos promissora, fazendo com o que eu tivesse mais obras ruins resenhadas do que boas, assim, decidi criar meu próprio prêmio, me aproveitando também de não ter visto nada igual sendo feito, e juntei ao ADOROWEB AWARDS, a premiação TOMATE AWARDS, com os troféus "melhor casal miojo" e "obra da lixeratura". E nem preciso dizer que foi um grande sucesso. O que me deixa muito feliz, pois amei realizá-lo.

A era de ouro:

Após isso, acredito que o ADOROWEB passou por uma verdadeira ERA DE OURO. As análises estavam recebendo muitas vizualizações; assim que eu postava, já existiam comentários. O auge, foi atingir mais de 70 em só uma publicação. As pessoas falavam, discutiam, aprendiam com as postagens, e o ADOROWEB passara de uma coluna obscura em um site desconhecido para um grande ponto de encontro virtual, em grande destaque e evidência, ganhando até mesmo uma cobertura inteira no Blog da Zih.

E para mim, este foi um momento mais que importante. Como disse, eu recebia comentários de autores dizendo que estavam aprendendo comigo e isso, mais do que me fez feliz, me trouxe para a enorme responsabilidade e relevância do que estava  fazendo. Pela primeira vez, eu não fazia algo para o meu ego ou ganhos próprios. Eu estava entregando algo para as pessoas, sem me importar com elogios, mas apenas com que eu estivesse servindo à elas, seja em entretenimento ou aprendizado.

Passei a refletir também sobre o quanto eu estava amando escrever. Eu podia passar horas a escrever um texto e não me importava, somente queria que saísse perfeito; havia retornado a escrever uma história engavetada e me via animada de novo em ter uma trama publicada; comecei a estudar literatura e me vi encantada com tudo o que dizia respeito a escrita. Foi aí então que percebi que tinha encontrado minha vocação, o que nascera para me tornar. No fim, acho que sempre fui escritora, eu só me perdi um pouco no caminho.

Os barracos:

Paulo Henrique: 

Os números só aumentavam, junto à lista de histórias, o que me deixava feliz, mas confesso que também me sentia um pouco pressionada. Antes, eu somente pesquisava uma trama que me fosse interessante, agora, no entanto, eu possuia uma fila com mais de 30 histórias, todas de autores ansiosos para que eu desse uma olhada. Queria entregar as análises o mais rápido possível, mas minha rotinha não permitia tal coisa.

Foi quando um autor em específico pediu para que eu resenhasse sua obra, assim que acabasse. Ele sempre comentava e era ativo no blog, o que eu valorizava, mas seus comentários sempre carregavam uma certa arrogância que me incomodava. Ele discordava das minhas avaliações, e até aí tudo bem, porém de uma maneira como se ele estivesse me avaliando. Mas não disse nada, afinal, não queria criar problemas mínimos, até que chegou a gota dágua.

Continua...

 


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1. Essa coluna está protegida pela lei nº 9.610/1998, Art. 46 III, que protege a utilização de qualquer obra ou trechos dela, em qualquer mídia ou meio de comunicação para fins de crítica, estudo, ou polêmica.
2.     As opiniões expressas nessa coluna não refletem necessariamente as da DIGGTV. Elas são de total responsabilidade do autor.
3.     Este quadro não tem como intuito rebaixar ou menosprezar qualquer autor ou obra, mas sim, de abrir um diálogo em prol da qualidade literária.
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