'League of Legends' é um dos maiores eSports em disputa no Brasil e no mundo (Foto: Fernando Vilhegas/Brasil Mega Arena)
Com a profissionalização dos jogadores de games, quem escolhe viver da habilidade no mouse, teclado ou joystick tem direito à carteira assinada e aos benefícios de atletas e de outros profissionais? Sim. É o que pensam advogados especializados em direito desportivo que estavam na Campus Party 2018.
O tema é motivo de discussão há alguns anos porque muitos ciberatletas ainda atuam sem uma relação de trabalho formalizada. E foi debatido no evento de tecnologia que aconteceu até domingo (4) em São Paulo, no Anhembi.
De acordo com Cristiano Caús, advogado especialista no assunto e consultor jurídico do time do Santos, a Lei Pelé, que ampara o vínculo empregatício dos atletas de esportes tradicionais, atende ciberatletas.
Fonte: G1
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