E aí
galerinha abençoada, tudo na paz? Nossa, pareci um daqueles pastores de culto
de jovem kkk. “Ah, o que? Essa daí ta zuando Deus agora?”. Não, weblovers, pra
quem não sabe, sou cristã e muito temente a Jesus. Só estou querendo entrar no
clima da web de hoje: “A Filha do Pastor”, de Marília Rodrigues. Ela não faz bem o
estilo novela, é mais um livro, mas esta coluna se trata de criticar qualquer
história escrita na internet, portanto, fanfics, livros ou até quadrinhos pode
me mandar kkk.
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| Autor(a): Marília Rodrigues Ano: 2015 |
Como o
titulo sugere, Sophia, nossa protagonista de 16 anos, é filha de um
missionário, portanto, muuuito rígido. Tanto que a menina não podia nem
mudar de roupas sem a permissão dele! Podem imaginar o sofrimento da garota,
né? Porém, ao contrário do que poderíamos imaginar em nenhum momento a mesma se
revolta contra Deus ou os valores ensinados. E nisso encontrei bastante
originalidade. Ela até chega a puxar a orelha do pai sobre fé e princípios. (O
que eu aplaudi de pé!)
“Tá Erika,
mas e ai? O que acontece?”. Calma, não se preocupa que a coisa esquenta logo
após, afinal, tédio é algo que não existe nessa trama! Sophia vai e me apaixona
pelo cara mais controverso do planeta! Jason: roqueiro, cheio de piercings e
tatoos e ATEU!!! Pois é, imaginem só a reação do pastor. E se já não bastasse
toda a família contra esse romance, eis que o ex-noivo dela resolve aparecer!
Tá aí, a receita pra um grande amor de Shakespeare! Eu adorei a forma como os
conflitos foram apresentados na narrativa, dando tensão em cada momento
importante e incerteza do final dos dois.
Não posso
dizer o mesmo, no entanto dos personagens. Todos eles tinham sentimentos bem
definidos, o que nos colocava em posição de simpatia com uns, (Sophia: fofa e
bondosa, “adoro ela gente”! Jason: crush de qualquer uma, fofo até demais, “me
liga se tiver um irmão mais velho”, Pastor Hamsés: “Ô velho implicante, espero
que morra esse bicho do cão!”) kkk. Porém, falhavam em mostrar profundidade ou
consistência de caráter, se mostrando às vezes até bipolares. Por exemplo, o
pai dela que uma hora dizia que a amava todo carinhoso e em outra a espancava
furioso, e Jason que corria atrás de Sophia mesmo quando ela o esnobava. Não é
a toa que ganhou o apelido de “trouxa” muitas vezes pelos leitores. Sem contar,
os dilemas que eram resolvidos fáceis demais. E tudo isso deu um ar de
superficial as cenas e personalidades deles.
A autora
comete alguns pequenos erros gramaticais e de repetição, também com cenas
inúteis que nada agregam ao andamento da história. Uma pena, ela não ter
aproveitado as diferentes narrações dos personagens, uma ideia adorável, para
explicá-los melhor. Não adicionou nada a eles, que só repetiram o que já
sabíamos. Nada que prejudicasse o encantamento da história, todavia.
O que mais
me admirou em “A Filha do Pastor” foi a beleza das cenas, que feitas com emoção,
nos fizeram apaixonarmos por um enredo mais que manjado outra vez. Torcemos
pela menina prisioneira, sentimos pelo príncipe rebelde e arrancamos os cabelos
com o monstro Hamsés. E no fim... Bem, o fim eu deixo pra você leitor
aproveitar.
Sem falar na
mensagem de espiritualidade que a web passa. Mostrando-nos que nossa conexão
com Deus deve estar além de regras morais e sim, no nosso coração. Ah, mas
lembro que esta é só a primeira temporada, hein. O que mais virá nesta
historia? Não deixe de conferir minhas próximas críticas ;)
Enfim,
apesar da falta de profundidade e maturidade na narrativa, essa trama encanta
pelo simples e belo: uma BOA história!
E ai o que
acharam weblovers? Por hoje e só! Beijoo e a paz do senhor!
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- Notas PRIME TV
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Ah QUE BACANA 💜💜💜💜
ResponderExcluirLEMBRA-ME um pouquinho "UM AMOR PRA RECORDAR"
LEGAL A HISTÓRIA 💗