E aí meus webloverss, como vão vocês? Preparados para mais uma crítica? E os que acompanham a página no facebook, (quem ainda não curtiu, pode ir lá, eu espero...) já sabem que a vencedora da enquete da semana passada, foi nada mais nada menos que PSI, da WIDCYBER e que portanto será a web criticada hoje, por isso, não se esqueçam, logo após esta review lançaremos a enquete para decidir qual será a próxima análise. Essa pode ser a sua chance de ver sua história favorita aqui, ok?
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| Autor(a): Samuel Britto Ano: 2020 |
Um enredo realmente original e bastante ousado, tendo como base dois personagens em seus piores momentos e quando pensamos que o psicólogo será a solução para o paciente, temos a virada no fim do primeiro capítulo com a morte de Anthonny, e a decisão de Conrado, uma verdadeira ideia de mestre! Como disse, uma excelente história. No entanto, infelizmente, é tudo o que podemos dizer desta trama!
Acontece que existe um grande ditado que diz que ainda que um plano seja ótimo em teoria, não significa que ele dará certo na prática. E os motivos pelos quais isto acontece podem ser muitos, e um deles é a falta dos materiais certos.
Vejamos, o tema central da narrativa é o conflito de Conrado, esqueçam o julgamento, o suicídio de Anthony, tudo isso tem somente a função de fomentar a criação deste conflito sobre o qual girará a trama toda. Mas do que se trata um conflito? Simples, duas informações opostas, brigando dentro de nós. No caso de Conrado, a decisão de ajudar a mulher, com o medo de estar cometendo uma injustiça. Agora, como faremos para levar o personagem a este conflito? É exatamente esta a pergunta que eu estava esperando e é a que responderemos no artigo de hoje!
Primeiro é preciso que ele realize uma ação que seja contrária ao que ele acredita e para isso, é claro, precisaremos de um bom motivo; logo depois é necessário que ele tenha uma prédisposição psicológica condizente, em outras palavras, o leitor precisa ver no personagem alguém que seria capaz de realizar essa ação, mas que guarda em si também os princípios que o levarão a se questionar depois; e por fim, mas não menos importante, os agentes exteriores e interiores que, nada mais são que pessoas, acontecimentos e pensamentos do próprio personagem que ajudarão a formar o conflito dentro dele. Sim, no fim das contas, basicamente uma lista de "como elouquecer alguém!":
1. Motivação - para levar á ação
2. Prédisposição psicológica - para justificar a ação e depois condená-la
3. Agentes exteriores e interiores - para fomentar o conflito
E muitos podem pensar, "bem, a motivação é óbvia, ele fez isso para ajudar a esposa". De fato, a motivação existe e muitos fariam muito por amor, mas a questão é que ela não está aí para motivar você, ou a Maria das couves, mas Conrado, nosso protagonista. E o problema é que ele demosntra tudo pela esposa, menos amor.
No início, encontramos um relacionamento desgastado com um Conrado cansado dos comportamentos difíceis da mulher, sempre questionando suas atitudes e indo contra ela sempre, chegando ao ponto de querer interná-la. E quando diz querer curá-la, é por questão de "honra profissional". Embora ele demonstre sofrer com a situação, o sentimento parece ser muito mais por uma angústia dele do que devido a um amor que sinta, muito menos um amor tão avassalador no qual o autor aposta para fazer com que o personagem realize o ato central e no fim da série, renegue a própria filha por ele.

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Notas DIGG TV
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Oi, Érika. Vim lhe avisar que a web novela "Meu Querido Anjo" não é do Web Multi TV, e sim do TV Stars: http://tvnovstar.blogspot.com/
ResponderExcluirMas ela também se encontra lá não é? Porque eu encontrei episódios dela lá, mas tudo bem, vou corrigir na próxima vez 😍👍
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